
Bombardeio de Tóquio: O horror esquecido
Há 75 anos, o massivo ataque incendiário dos EUA à capital japonesa foi possivelmente o mais letal de toda a História — pior que Hiroshima.

Há 75 anos, o massivo ataque incendiário dos EUA à capital japonesa foi possivelmente o mais letal de toda a História — pior que Hiroshima.

Semiótica. Eis uma palavra que ainda desperta em muita gente um olhar de estranheza, quase sempre acompanhado de uma inevitável pergunta: O que é Semiótica?

Um mensageiro retornou a Esparta vindo do campo de batalha. As mulheres o rodearam. Dirigindo-se a uma delas, o mensageiro disse: “Mãe, trago-lhe notícias tristes. Seu filho foi morto enfrentando o inimigo”.

Vários fatores contribuíram para suscitar e perpetuar o mito citado no título deste capítulo. Por um lado, os movimentos e os governos exilados em Londres durante a guerra, frequentemente divididos e isolados, não puderam deixar de se espantar com a fachada de unanimidade apresentada por seus anfitriões britânicos.

De algum tempo a esta parte a palavra “narrativa” entrou na moda. A impressão que fica é a de que não existem mais fatos, apenas narrativas, ou seja versões, todas igualmente válidas. As pessoas sempre nos perguntam se isto faz sentido para nós, historiadores.